Fornecendo ferramentas para um mundo livre de herbicidas
Eletrônica de potência avançada para o controle de ervas daninhas
Electroherb™: a alternativa não química de proteção de culturas
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Capina Elétrica para Pomares e Frutas
Em favor de uma agricultura livre de herbicidas.
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CAPINA ELÉTRICA EM CIDADES HISTÓRICAS

Hoje vamos falar um pouco da aplicação da capina elétrica na cidade de Catas Altas, em Minas Gerais

 

Recentemente a empresa Minas Capina Elétrica, operadora oficial ZASSO, esteve operando na cidade de Catas Altas, em Minas Gerais, com a nossa tecnologia exclusiva de Capina Elétrica.

Assim como diversas cidades mineiras, Catas Altas está relacionada com o ciclo de mineração no século XVIII. Ela é atualmente considerada uma cidade histórica.

Com um turismo muito forte, a cidade está sempre recebendo pessoas de diversas partes do Brasil. Sendo assim, ela exige um zelo, uma manutenção ainda maior que outras cidades.

Por ser uma cidade com visão de preservação do meio ambiente, ecologicamente correta e, ao mesmo tempo, com valorização de empresas com credibilidade, optaram por utilizar a Capina Elétrica para manutenção principal em suas ruas e rodovias.

 

CAPINA ELÉTRICA

A Capina Elétrica é utilizada em aplicações Urbanas, Rodoviárias e Agrícolas. Essa tecnologia permite o controle de plantas daninhas, respeitando as restrições de Órgãos Reguladores, como a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), ao uso de herbicidas no ambiente urbano e agrícola. Esse método destrói os brotos e as raízes mais profundas das plantas com cargas elétricas de alta tensão. Tais cargas são ajustadas e matam as plantas sem causar prejuízo ao solo, a fauna e a flora local.

As vantagens dessa tecnologia são:

  • Controle eficaz de ervas daninhas;
  • Aplicação rápida e segura;
  • Totalmente livre de herbicida;
  • Seguro para o meio ambiente;
  • Não danifica o solo;
  • Até 20x mais rápida que outras capinas;
  • Certificado para uso em culturas orgânicas;

 

RESULTADOS:

 

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E CONFIRA O DEPOIMENTO DO SECRETÁRIO DE OBRAS DA CIDADE,

SOBRE O SERVIÇO DE CAPINA ELÉTRICA, PRESTADO NA CIDADE

 

Capina elétrica é sustentável e eficaz para controle de ervas daninhas na fruticultura

Capina elétrica é sustentável e eficaz para controle de ervas daninhas na fruticultura

Tecnologia sustentável para controle de ervas daninhas é eficaz na fruticultura

Capina elétrica zero carbono da Zasso Group obteve resultados animadores em testes a campo realizados por instituições de pesquisa na Europa em frutas com e sem caroço

O Brasil ocupa a terceira colocação no ranking da produção mundial de frutas e é responsável por 4,6% do volume colhido, com um total de 39,9 milhões de toneladas, segundo o Deral (Departamento de Economia Rural do Paraná). A laranja é a principal fruta produzida no País, em volume, com 16,7 milhões de toneladas saídas dos pomares em 2018, e responde por 40,9% das colheitas totais na fruticultura. A base agrícola dessa cadeia produtiva possui cerca de 2,3 milhões de hectares e gera quase 5,0 milhões de empregos diretos.  

Os bons números do País se devem principalmente pela extensão territorial, posição geográfica e condições de clima e solo privilegiadas. Outra parte dos bons resultados contempla o uso de tecnologias, cuidados dos produtores com a produção e uma boa manutenção das áreas das árvores. Tudo isso contribui significativamente para a obtenção destes rendimentos de alta qualidade. 

Falando especificamente das áreas das árvores é preciso manutenção e muita atenção para assim reduzir a competição por água e nutrientes que as ervas daninhas causam. Tradicionalmente os fruticultores utilizam principalmente herbicidas foliares e de solo para resolver o problema. Contudo, o uso desses produtos está sob crescente pressão em todo mundo, incluindo o Brasil. “As autoridades responsáveis pelo licenciamento estão tornando mais rígidas as regras para o uso de ingredientes ativos ou proibindo-os. O uso de glifosato em particular é controverso e está sendo bastante questionado. Nos últimos 16 anos, o número de ingredientes ativos comumente utilizados diminuiu em 37%”, aponta o Co-CEO da Zasso Group, Sergio Coutinho. 

Por isso, são necessárias alternativas cada vez mais “verdes”, com emissão zero carbono por exemplo, como a proposta da multinacional que tem sede na Suíça, especialista em soluções elétricas para o controle das temidas ervas daninhas. Para comprovar a eficácia dessa tecnologia na fruticultura foram realizados ensaios por diferentes instituições de pesquisa na da Europa com uvas e frutas com e sem caroço. 

Testes na Alemanha 

Um destes testes foi realizado na Alemanha, dentro da estação experimental de frutas do Centro de Serviços Ländlicher Raum – Rheinpfalz, Klein-Altendorf, na cidade de Rheinbach. Em 2020, dois métodos de capina foram comparados pela equipe de pesquisa, uma referência mecânica e a tecnologia Electroherb™ da Zasso Group utilizando a máquina XPS.  Os resultados mostraram uma redução efetiva de ervas daninhas com as duas modalidades, porém na elétrica, a cobertura delas diminuiu ainda mais, com controle visível 14 dias após a aplicação.  

No final da estação, em outubro, o tratamento Electroherb™ apontou uma cobertura de ervas daninhas menor do que o mecânico, o que indicou o efeito sistêmico característico da solução da Zasso Group. “Nossa tecnologia reduziu o potencial de recrescimento de ervas daninhas. Inclusive as típicas ilhas de capim ao redor dos caules (que são um problema no tratamento mecânico) foram efetivamente controladas pelo Electroherb™”, explica Coutinho. 

Ou seja, aplicada pelos dois institutos de pesquisa, mostrou que seu modo de ação representa uma alternativa adequada para os fruticultores. A partir disso, a empresa realizará pequenas adaptações nos aplicadores e que foram percebidas nos ensaios.  “Bem-sucedidas com certeza permitirão uma transição rápida do controle químico de ervas daninhas de pomares convencionais, bem como de práticas de cultivo orgânicas, principalmente mecânicas, para a solução de ervas daninhas elétricas, ambientalmente correta e muito mais conservadora do solo”, relata o Co-CEO da empresa. 

O meio ambiente agradece 

Com atenção especial ao comportamento ambiental da capina elétrica, as universidades e instituições de pesquisa avaliaram o impacto na vida do solo e não encontraram danos severos nem em Colêmbolos, que são artrópodes presentes na terra, e nem nas minhocas durante dois anos de aplicações extensivas. “Durante a utilização da nossa solução não há aquecimento térmico do solo e a integridade de sua estrutura não é afetada. Ou seja, o ambiente continua preservado. Com esta perspectiva, a tecnologia Electroherb™ pode ser considerada um método de controle de ervas daninhas ecológico e eficaz”, finaliza Coutinho. 

Saiba mais sobre a nossa tecnologia e fale com um especialista.

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A resiliência da agricultura

A resiliência da agricultura

Sergio Coutinho*

Muito se fala do aumento de expectativa e da qualidade de vida que a revolução industrial trouxe. Muito pouco se fala da revolução agrícola que permitiu o êxodo das fazendas para as fábricas.

Nos últimos 60 anos a população mundial cresceu cerca de 250% e a produtividade agrícola cerca de 350%. Ao mesmo tempo, a porcentagem de pessoas morando nas áreas rurais caiu de aproximadamente 70% para menos de 45%. Ou seja, estamos produzindo quase cinco vezes mais por pessoa do que há 60 anos.

Dos pulmões negros dos mineiros (pneumoconiose), ou petrificado dos tecelões (bissinose), o pulmão da indústria passou a ser o motor. E o motor que substituiu os pulmões da indústria substituiu o braço que cortava a cana, girava o moinho, empurrava o arado ou empunhava a enxada. Essa substituição não vem sem turbulência social, pois embora esses empregos sejam substituídos por outros que exigem do indivíduo mais trabalho mental e menos físico, muitos não estão prontos para a transição quando ela acontece. Como observou Yuval Noah Harari, autor de ‘Sapiens’, muitos profissionais não ficarão apenas desempregados, não serão mais empregáveis. Não é a melancólica realidade dos desempregados, é desolação dos inimpregáveis.

Esse incremento produtivo nos entrega um mundo melhor, onde podemos trabalhar menos, ganhar mais, viver uma vida mais dinâmica, mais segura, mais saudável, melhor. Como diz Steven Pinker, “Pode não parecer, mas o mundo está melhorando”. Todavia, precisamos lidar com a realidade da liberação de um significativo contingente. Isso não é uma novidade, é uma realidade.

Felizmente, o aumento da produtividade, consequência da evolução tecnológica segue uma progressão geométrica, a ponto de ser capaz de arcar com os custos da corrupção e da ineficiência do Estado, e ainda assim poder aumentar o colchão de segurança para os desolados. Esse fato pode ser observado na redução da fome, aumento da expectativa de vida e praticamente todas as demais métricas de análise socioeconômica.

Assim nasce a discussão de se não faria mais sentido simplesmente garantir aos dependentes e inimpregáveis uma renda básica universal. Mais barato e eficiente do que alocarmos tantos recursos (no Brasil, entre 40% e 50% do todo) ao Estado, que consome a maior parte na sua própria manutenção, direcionando aos necessitados apenas uma ínfima parcela do que foi tomado do pagador de impostos. Divago.

Os incrementos produtivos são, portanto, mudanças de natureza geométrica. Conseguimos prever o futuro imediato com alguma precisão, mas não estamos prontos para estimar o que vem depois, por causa do efeito multiplicador composto. São mudanças marginais, evolutivas, de destruição criativa, Schumpeterianas. Começamos com uma célula e pisamos na lua.

Há, entretanto, um outro tipo de mudança relevante inesperada, advinda de eventos raros, mas cujo impacto tremendo e que transforma permanentemente o panorama. Os impactos desses eventos foram recentemente descritos e batizados de “Cisnes Negros” e popularizados pelo analista de risco Líbano-Americano Nassim Nicholas Taleb.

A única constante é a mudança, mas, a mudança não é constante. Ela vem incremental, proporcional, destrutivamente criando, até que algo muda, chacoalha tudo e muda as regras do jogo para sempre.

Mas há uma exceção. Mesmo com a coletivização forçada da agricultura pelo governo soviético da década de 30, que culminou na morte por fome de milhões de pessoas (entre três e quatorze, dependendo da fonte), e no confisco dos alimentos da Ucrânia pelo Estado Soviético, conhecido como Holodomor, que culminou em trágicos eventos de canibalismo, origem do dito popular “comunista come criancinha”.

Mesmo com a grande fome chinesa do “Grande Salto Adiante” causada pela coletivização forçada através da reorganização da produção agrícola em “Comunas Populares”, culminou na morte de ainda mais milhões de pessoas (entre dez e cinquenta e cinco, dependendo da fonte).

Mesmo com tsunamis, furacões e pragas, mesmo com guerras, crashes e mortes, mesmo com eventuais decréscimos pontuais causados pela coletivização forçada e as suas devastadoras consequências.

A agricultura global segue crescendo em produtividade.

O agricultor é frágil. O fruto do seu trabalho é sensível ao clima, às pragas, às mudanças regulatórias, ao câmbio, à mato-competição e a tantos outros. Mas, se o agricultor é frágil, a agricultura é resiliente. Há substituto para qualquer produto individual, mas não há substituto para o ato de comer.

É da natureza do homem comer e é da natureza do trabalhador rural produzir. A necessidade da segurança alimentar global, função primordial e basilar, nos obriga a fazer com que assim seja.

Nossas vidas dependem, de maneira bastante literal, do desenvolvimento das novas tecnologias que suportem o aumento de produtividade dos agricultores do amanhã.

E é nossa missão garantir que isso aconteça de forma ambientalmente sustentável, socialmente responsável e economicamente viável.

*Co-CEO Grupo Zasso

Controle de ervas daninhas pode ser sustentável

Controle de ervas daninhas pode ser sustentável

Capina elétrica da Zasso Group erradica as plantas invasoras sem causar efeitos a fauna e a flora e nem ao solo da propriedade

Produzir com qualidade e alta produtividade respeitando o meio ambiente é a missão para os produtores brasileiros que desejam perpetuar sua atividade por muitos anos.  Para auxiliar nesta árdua tarefa, a adoção de novas tecnologias, ferramentas e produtos que auxiliam esse processo é fundamental. A Zasso Group possui uma dessas soluções, a capina elétrica para controle das ervas daninhas, uma dor de cabeça em muitas fazendas. Para comprovar que a empresa oferece realmente um equipamento ecologicamente correto, o grupo realiza constantemente estudos ecotoxicológicos.

Ainda pouco conhecido e explorado, esse estudo não é algo tão novo. Estima-se que o termo ecotoxicologia foi criado em 1969 pelo toxicologista francês René Truhaut. O termo é um dos sub-ramos da biologia e ramo da ecologia – e estuda os efeitos e as influências de agentes tóxicos sobre diversos níveis de organização biológica: celular, individual, populacional, da comunidade e do ecossistema.

Segundo Sérgio Coutinho Co-CEO da Zasso, a companhia realiza voluntariamente as pesquisas a fim de investigar possíveis efeitos secundários em organismos não alvos da nossa tecnologia no solo. “Os ensaios de campo são conduzidos rotineiramente pelos nossos parceiros e instituições renomadas e especializadas neste tipo de estudo”, destaca.

Boa fauna do solo = produtividade

A matéria orgânica do solo, que contém a maioria das reservas de Nitrogênio para a nutrição das plantas, bem como uma larga proporção do Fósforo e Enxofre, provém dos restos das plantas, dos resíduos e excrementos de animais. Assim, desempenha um papel importante e bem conhecido na manutenção da fertilidade das terras e na recuperação das mesmas.

A abundância de minhocas, Lumbricidae, no solo por exemplo, indica a boa qualidade deste. Pois elas incorporam os detritos vegetais que caem sobre a terra em seu interior até 15-20 cm de profundidade através dos canais que abrem e que facilitam a atuação microbiana. 

Um dos primeiros testes realizados pela Zasso Group foi para investigar exatamente os efeitos da sua tecnologia Eletroberb sobre o nível populacional de minhocas e de Calembôlas, Collembolas e, em um local de abundância desses organismos. As amostras desse estudo foram coletadas antes da capina elétrica e quatro semanas depois de sua realização. Os resultados apontaram que não houve alteração significativa nesses organismos após o uso da ferramenta.

“O baixo nível toxicológico dessa solução ocorre principalmente nesse caso pelo fato de grande volume de solo que serve de condutor e dissipa a energia minimizando a corrente e a diferença de potência enfrentadas por seres vivos de menor porte”, explica Coutinho.

A multinacional possui diversas certificações que garantem a sustentabilidade da tecnologia. “Com certeza estamos oferecendo ao produtor brasileiro uma opção com alta tecnologia e pesquisa agregada, e que além de ser sustentável frente ao uso de herbicidas e outros produtos para a eliminação das plantas invasoras também entrega resultados”, finaliza o executivo da Zasso Group.

Zasso Group AG – É uma empresa sediada na Suíça, que tem como missão fornecer tecnologias seguras, eficientes, viáveis e necessárias para um mundo livre de herbicidas. A companhia remodelou o paradigma mundial de capina. Originalmente desenvolvida no Brasil, a tecnologia patenteada é sistêmica, controlando os sistemas aéreos e radiculares das plantas. Possui escritórios em Zug (Suíça), Indaiatuba (Brasil), Aachen (Alemanha) e Paris (França). Mais informações podem ser encontradas no site corporativo: www.zasso.com

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Produtos químicos no ambiente urbano e seus danos à saúde

zasso brasil

ANVISA PROÍBE UTILIZAÇÃO DE CAPINA QUÍMICA EM ÁREAS URBANAS 

Os riscos à saúde que esse tipo de produto gera, são extremamente nocivos 

A Capina Química, que utiliza veneno como meio controlador de pragas, é proibida em ambientes urbanos pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, desde 2018. 

Durante a aplicação de um produto agrotóxico, deve o trabalhador utilize equipamentos de proteção. Em áreas urbanas, os moradores e transeuntes poderão ter contato com o veneno, sem que estejam com os equipamentos de proteção necessário, o que pode comprometer a saúde dos mesmos. 

Outro fator que deve ser considerado, é que em áreas urbanas, é comum os solos terem péssima manutenção, e por conta disso, sofrerem compactação ou serem asfaltados, isso favorece o acúmulo de agrotóxico e de água nas suas camadas superficiais. Em situação de chuva, pode ocorrer a formação de poças e retenção de água com elevadas concentrações do produto, criando uma fonte potencial de risco de exposição para adultos, crianças, flora e fauna existentes no entorno. 

Com isso, a Capina Elétrica se tornou a mais nova, confiável e 100% orgânica, maneira de se exterminar pragas, como ervas daninhas

A Capina Elétrica – Urbana e Rodoviária da Zasso, é totalmente livre de herbicidas, ambientalmente sustentável e socialmente responsável. Além de ser até 20x mais rápido e 10X mais econômica que outros métodos de capina. 

Consulte nossos operadores espalhados pela América Latina e solicite uma demonstração.

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O ápice do verão chegou, sol chuva e os males para o seu jardim

É verão no hemisfério sul, o que significa 3 meses de clima volúvel.

Nessa época, podem ser observadas mudanças repentinas do tempo, ocorrendo chuvas de rápida duração, conhecidas como chuvas de verão. Apesar de serem rápidas, costumam ser intensas e acontecem, normalmente, no fim da tarde, quando os índices de evaporação das águas (rios, lagos, mares) estão mais altos.

Com elevadas temperaturas e aumento dos índices pluviométricos, essa estação traz consigo toda uma preocupação já conhecida – enchentes, deslizamentos, e invasões de bichos peçonhentos em residências, por conta de mato alto e ervas daninhas.

As ervas daninhas são consideradas pragas, por nascerem em locais indesejados e roubarem, nutrientes de outras plantas, interferindo negativamente, tanto na agricultura, quanto no cenário urbano, podendo: atrair outras pragas, liberar produtos químicos em decomposição e até mesmo reduzir o valor de venda do terreno.

Por isso, é muito importante realizar o serviço de Capina Elétrica, nos locais onde a erva daninha apareça. Assim, você terá uma colheita – ou residência, sempre saudável, e sem prejuízos.

A Zasso possui modelos de Capina Elétrica para ambos cenários, tanto urbano quanto agrícola. Consulte nossos representantes.

Prepare o seu jardim para o verão:

Com o IZI – Capina Elétrica Portátil da Zasso, você acaba com as ervas daninhas com segurança, eficiência, praticidade e a tranquilidade que você busca para manter o seu jardim sem nenhuma erva daninha e não perder o tempo das suas férias. Acesse o vídeo e confira como funciona a tecnologia do IZI.

Quer mais? Você garante o IZI com uma condição imperdível de compra até 10x SEM JUROS com FRETE GRÁTIS. Clique aqui e garanta o seu!

O crescimento das ervas daninhas na Primavera.

Zasso brasil

O seu jardim está pronto para receber a primavera? No próximo dia 22 de setembro, a estação da primavera se inicia no hemisfério sul e com ela, é precisa se iniciar também, cuidados extras com o jardim.

Por onde começar? 

Se durante o inverno, você deixou os cuidados com o ser jardim um pouco de lado, chegou o momento de retomar esses cuidados. Comece fazendo uma limpeza de folhas secas e galhos que caíram durante os dias mais frios, uma vez que as folhas e os galhos podem dificultar a oxigenação da terra e prejudicar o solo e o crescimento das plantas.  

Outra ação importante é eliminar todas as ervas daninhas presentes no jardim, pois elas “roubam” água, nutrientes e vitaminas das plantas saudáveis.  

As ervas daninhas:  

Você deve ter percebido que durante o inverno, ou nos dias mais frios, grande parte plantas não crescem ou florescem de forma significativa e isso acontece, pois, elas entram em um estado de dormência que volta à ativa na primavera.  

Ou seja, a estação que se inicia em breve favorece o crescimento das plantas, mas também das ervas daninhas, que irão crescer com força, rapidez e se espalhando cada vez mais.

As principais ervas daninhas que surgem durante a primavera:  

Amaranthus deflexus (caruru ou bredo): uma herbácea que pode chegar até 50cm de altura e propaga-se através de sementes, se desenvolvendo com facilidade durante a primavera.   

zasso brasil

Cardiospermum halicacabum (balãozinho, sacode-padre ou olho-de-pombo): essa erva daninha pode variar de 2 a 5m de comprimento e possuí hábito trepador e gera gavinhas que se enroscam em obstáculos.  

zasso brasil

Amaranthus viridis (caruru-demancha, caruru-verde ou bredo): herbácea, com diversas ramificações e pode chegar até 100cm e sua germinação acontece principalmente na primavera e verão.  

zasso brasil

 

 

 

 

 

 

Como eliminar as ervas daninhas sem prejudicar as outras plantas?  

O IZI, equipamento de Capina Elétrica da Zasso™, foi desenvolvido para o controle efetivo de ervas daninhas em locais pontuais, ou seja, sem agredir ou prejudicar as demais, além de não fazer uso de herbicidas ou agentes químicos.

Clique aqui e conheça o IZI agora mesmo.  

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Por que o futuro é sustentável?

Zasso Brasil

O termo sustentabilidade está cada vez mais presente na rotina da população e isso é resultado de um movimento de maior preocupação ecológica e na procura de soluções que minimizem impactos ambientais, escassez de recursos naturais e entre outros. 

O que já mudou?

Troca de combustíveis fósseis por renováveisOs combustíveis fósseis são recursos presentes na natureza e utilizados para produção de energia, como: petróleo, gás natural e carvão mineral. E qual é o problema? São combustíveis poluentes e que trazem grandes prejuízos ambientais, como a emissão de gases, que aumentam o Efeito Estufa 

Já os combustíveis renováveis, é uma produção de energia “limpa” e que não traz malefícios para o meio ambiente, como o Biodiesel – produzido a partir de óleos vegetais e o Etanol – produzido a partir dos resíduos vegetais.

Construção padrão X sustentável: grande parte de construções atuais, mantêm como premissa a sustentabilidade e isso pode ser encontrado com a preocupação em proporcionar uma maior iluminação natural, soluções de energias renováveis, utilização de materiais sustentáveis e a diminuição de impactos ambientais que a obra pode trazer para a natureza. 

Tendência DIY – Do it Yourself: o termo DIY tem ganhado grande força nos últimos anos, mas na realidade, já é utilizado desde meados de 1920. O termo tem origem inglesa e significa “Faça você mesmo”, ação que tem se tornado uma filosofia de vida para aqueles que buscam diminuir o consumo, produção de lixo e preferem reformar algo que já possuemou fazer comas próprias mãos.  

Por que a Capina Elétrica também faz parte de um futuro sustentável?

A resposta é simples: não podemos mais depender de soluções que agridem o meio ambiente e isso significa, o uso de herbicidas. Se foi o tempo em que não se pensava nos impactos que simples ações podem trazer para a natureza, saúde e para o futuro.  

¹Uso de agrotóxicos mais que dobrou em dez anos.

A Capina Elétrica da Zasso™ é aplicada com grande sucesso no Brasil e no exterior, por clientes que buscam uma alternativa ambientalmente sustentável para agroquímicos, socialmente compatível e com custos muito competitivos. 

A Zasso está impulsionando o cultivo orgânico através de seus sistemas econômicos, seguros e livres de produtos químicos. Longe vão, os dias de se preocupar com a resistência a herbicidas! Clique aqui e saiba mais.

¹ fonte: https://bit.ly/2ENxdNm 

O fim da capina química nos centros urbanos

O fim da capina química nos centros urbanos

O fim da capina química nos centros urbanos

O uso da capina química/herbicidas até pouco tempo atrás, era uma realidade em grande parte das cidades brasileiras na hora de eliminar as ervas daninhas de praças, canteiros, ruas, calçadas e jardins dos centros urbanos.

Mas, tudo começou a mudar quando e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) submeteu à consideração da população, mediante a publicação da Consulta Pública nº. 46/2006, com a regulamentação das práticas da capina química por empresas especializas. Já em 2010, a ANVISA proibiu de vez a capina química em áreas urbanas, de todo o território brasileiro.

Por que foi proibido? 

A ANVISA listou uma série de motivos para realizar a proibição do uso dos herbicidas das cidades, entre eles: 

  • Os munícipes, poderão ter contato com o herbicida, uma vez que nem todos possuem a condição de compreender os riscos e nem manterem uma distância segura do local, como animais, crianças, pessoas com deficiência e analfabetos. 
  • Os asfaltos das cidades poderão favorecer o acúmulo de agrotóxicos e água em situações de chuva. Aumentando o risco de contaminação e intoxicação por parte de pessoas, animais e natureza que estarem presentes ao redor de onde foi aplicado o herbicida. 

Prejuízos também no campo:  

¹ O uso de agroquímicos no campo atinge primordialmente os trabalhadores rurais, que manuseiam e aplicam estes compostos. A Organização Mundial de Saúde estima que ocorreram no mundo até 2000 cerca de quatro milhões de intoxicações agudas causadas por esses compostos, com cerca de 220 mil mortes por ano. Cerca de 70% dos casos registrados ocorreram em países em desenvolvimento. (JEYARATNAM, 1990, p.207). 

O que comprova o círculo vicioso presente no uso da capina química, sendo resultado da resistência das ervas daninhas, a necessidade do uso dos herbicidasquantidade e frequência de aplicação. 

E qual é a solução? 

Com a segurança como nossa principal prioridade, a Zasso está fornecendo as soluções que residentes e funcionários de municípios em todo o mundo exigem para seus planos integrados de gerenciamento de ervas daninhas. 

A linha de equipamentos para uso urbano é utilizada em áreas específicas como calçadas, canteiros de flores, calhas, paralelepípedos e praça, completamente livre de qualquer herbicida. 

  • Ambientalmente sustentável e socialmente responsável; 
  • Controla plantas resistentes;
  • Até 20x mais econômico que outros métodos.

Clique aqui e conheça a solução para os problemas enfrentados com a capina química.  

Fontes:
¹ JEYARATNAM, J. Occupational health issues in developing countries. In: Organização Mundial da Saúde. Public Health impact of pesticides used in agriculture, Geneva,207. 2000. Traduzido por OMS, 2000. 
Brasil Escola: https://bit.ly/2PUDqJq
ANVISA: https://www.gov.br/anvisa/pt-br
Zasso Brasil

Citricultura e as temidas ervas daninhas

Zasso Brasil

O setor de citricultura no Brasil, ocupa grande destaque de exportação de laranja e isso por que o país, é um dos maiores produtores desta cultura no mundo. Mas existe um fator que traz preocupações e prejuízos para os citricultores: as ervas daninhas.

A citricultura tem como prioridade estabelecer um manejo adequado, a fim de minimizar custos e maximizar lucros e isso é possível através de um controle de ervas daninhas, eficaz e resistente.

As ervas daninhas na citricultura:

Essas plantas invasoras precisam ser controladas, uma vez que podem ser consideradas parasitas que retiram nutrientes, vitaminas e água do plantio, além de aumentar o risco de pragas e doenças no local.

Controlar as ervas daninhas sem deixar de lado a sustentabilidade é possível?

O método mais utilizado por muito tempo, foi a capina química, mas o uso de herbicidas tem se tonado ineficiente na maioria dos casos, já que com a utilização recorrente do herbicida, as ervas daninhas, tem apresentado grande resistência ao produto.

Além da resistência, outro fator de extrema importância é a falta de sustentabilidade presente neste método. ¹ Atualmente, pelas normas técnicas gerais para a Produção Integrada de Frutas (PIF) no Brasil, o uso de herbicidas residuais é proibido.

Diante deste cenário e realidade, são necessários adotar soluções mais sustentáveis e eficientes contra as ervas daninhas na citricultura, a fim de garantir mais produtividade, qualidade e lucros na cultura.

A Capina Elétrica na citricultura: 

A Capina Elétrica da Zasso™ conta com a tecnologia Electroherb™, que mantéespaço abaixo das árvores frutíferas sem ervas daninhas, com eficiência, segurança e sem a utilização de herbicidas. 

  • Não deixa resíduos tóxicos no solo, diferente da capina química.
  • Ao contrário da remoção mecânica de ervas daninhas, não há movimento do solo, riscos de erosão, a perturbação da estrutura é evitada e sementes inativas são protegidas.
  • Ao contrário da remoção térmica de ervas daninhas, a energia alvo afeta diretamente as raízes sem aquecer e danificar desnecessariamente o solo circundante e o meio ambiente em larga escala.

Saiba mais sobre aqui.

¹ Fonte: https://bit.ly/3f9TMrP 

Área do Operador e Representante

Esta é uma área restrita para os parceiros da Zasso. Para saber mais, entre em contato.